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02 dezembro, 2006

Associações Ambientais dos Açores

As associações ambientais têm vindo a ganhar forte expressão nos domínios da preservação e conservação da natureza, a nível mundial e nacional. Actualmente existem registadas cerca de 110 associações em Portugal, embora se saiba que existem muitas outras, não registadas, que desenvolvem a sua actividade de forma organizada, em diversas áreas de intervenção ambiental. Nos Açores, é a partir dos anos 60, que surge a 1ª associação ambiental " Os Montanheiros Sociedade de Exploração Espeleológica" cuja a sua actividade desenvolve-se, predominantemente no âmbito da espeleologia nas diversas ilhas do arquipélago.

Uma das paisagens naturais da Terceira (cavidade vulcânica do Algar do Carvão)

Actualmente, esta associação possui duas delegações 1 na ilha do Pico e outra na ilha de São Jorge que se dedicam à empolgante aventura de caracterizar e registar espólios espeleológicos de incalculável valor patrimonial natural.

Já na década de 80, em 1984 é fundada a Associação Ecológica Amigos dos Açores, tendo iniciado à sua actividade na ilha Terceira e, posteriormente sedeada em São Miguel. Possui grupos de trabalho organizados em educação ambiental, espeleologia e actividades ao ar livre.

Em 1985, a nível nacional, forma-se uma das mais emblemáticas associações ambientais a QUERCUS (Associação Nacional de Conservação da Natureza) que funda posteriormente dois núcleos regionais nos Açores, em São Miguel e Terceira, possuindo áreas de intervenção muito diversificadas, desenvolvendo acções assertivas na defesa do ambiente.

Na década de 90 surgem duas novas associações ambientais nos Açores: em 1991 a Azórica na ilha do Faial e em 1994 a Gê-Questa na ilha Terceira.

Para além destas existem outras associações, que embora mais pequenas têm dado um bom contributo na área do ambiente aos Açores, quer com investigações quer com acções de intervenção ambiental

7 comentários:

ilhas disse...

Fatima o seu cantinho está cada vez melhor. Falar do que temos em termos de educação ambiental é de facto uma forma de mostrar o que de bom temos e o que ainda poderemos fazer para melhorar este nosso mundo.

soslayo disse...

Fátima Silva:

Nunca somos demais para ao nosso ambiente preservar! E quantas mais organizações surgirem melhor será para a natureza e a consciencialização da população, o como devem proceder perante as dificulddes que se nos deparamos a todos os níveis! Obrigado pela informação e fico satisfeito por tal desiderato. Um beijo.

Lâmina d'Água, Silêncio & Escriba disse...

Pois...

Por fim cá estou!!!
Vim te agradecer de coração por tua presença na abertura de nossa exposição na Terceira e por teres levado a Francisca contigo. Adorei te conhecer e também ao Paulo e pequena Xica!!! Ainda estou aqui ños Açores e tenho adorado cada vez mais cada pedaço de terra e mar que olho... Voces são mesmo muito especiais, por viverem em um luar tão especial e estupendamente recoberto por rara beleza. Fazes tu muito bem em divulgar as belezas e os necessários cuidados que todos devemos ter para conservá-lo.

Parabéns Fátima por viveres nesse arquipélafo e obrigada por terei ido ao nosso encontro.

Bem sabes que gosto de te visitar, mas nem sempre posso e quendo consigo, verifico de perto tudo que andei perdendo.

Beijinhos e toda a sorte pra ti!!!
Da Cris

ROADRUNNER disse...

Exemplos a serem seguidos. A aposta na educação é a melhor forma de preservar o meio ambiente e combater certos atentados ecológicos que todos os dias vão surgindo.
Saudações!

Profundezas disse...

Muito interessante o seu Blog!

Ivone Boechat disse...

O testamento

Era uma vez um homem rico e poderoso, dono de muitas terras, que tinha três filhos. Ao alcançar a maturidade, aquele senhor viu que seus herdeiros não gostavam de trabalhar, eram gastadores, irresponsáveis. O pai vivia preocupado. Qual seria o futuro de pessoas ricas que não sabem preservar o que possuem, administrar a fortuna e nem plantar? Por mais que ele ensinasse, insistisse, não percebia o interesse de nenhum dos três jovens.
Certa noite convocou os três filhos e abriu o testamento que deixaria, ao morrer. Leu em voz alta: vou deixar um tesouro para vocês que está enterrado num lugar misterioso e difícil de encontrar, debaixo das terras desta colossal propriedade.
O pai morreu! De posse da herança, os três começaram a cavar noite e dia, procurando o tesouro. E cada buraco que abriam semeavam para aproveitar o esforço. Dentro de pouco tempo multiplicaram a plantação e a colheita foi fantástica. E assim, à procura do tesouro deixado pelo pai, foram plantando, plantando e ficando cada vez mais ricos e poderosos.
Ao envelhecer, os herdeiros olharam um para o outro e concluíram: o tesouro deixado por nosso pai foi o trabalho.
Moral da história: todos nós temos um tesouro em toda a terra e ainda não aprendemos a descobri-lo?

Ivone Boechat

Consultora e conferencista Internacional disse...

Não deixem de acessar o endereço abaixo:

http://mariagloriadasilva.blogspot.com/2010/07/era-uma-vez-espaco.html

Ivone Boechat