"Um dos aspectos mais trágicos da condição humana reside na distância entre as regras institucionalizadas e as regras que brotam de cada um" (Lencastre,2004) - Filosofia subjacente à criação deste blog -
11 outubro, 2014
11 março, 2012
Pico Alto d'Agualva
30 janeiro, 2012
08 maio, 2008
Campanha da Amizade
O desambientado agraciou-me com este belo selo de amizade, o qual ofereço a todos quantos o queiram resgatar!
21 fevereiro, 2008
APAGÃO MUNDIAL
No dia 29 de Fevereiro de 2008, sexta-feira, das 19:55 às 20:00 horas em Portugal propõe-se apagar todas as luzes e se possível todos os aparelhos eléctricos para:
- Se a resposta for massiva, a poupança energética pode ser brutal.Só 5 minutos, para ver o que acontece.
- Sim, estaremos 5 minutos às escuras, podemos acender uma vela e simplesmenteficar a olhar para ela, estaremos a respirar nós e o planeta.
- Lembrem-se que a união faz a força e a Internet pode ter muito poder e podemos mesmo fazer algo em grande.
- Passa a notícia se quiseres, se tiveres amigos a viver noutros países envia-lhes e pede-lhes que façam a tradução e adaptem as horas.
01 fevereiro, 2008
Este blog não me sai da cabeça
O Desambientado deu-me esta simpática prenda:
Este blog não me sai da cabeça
Agradeço o destaque e ofereço este prémio a todos quantos têm sido meus amigos e companheiros de viagem, desde que me aventurei neste espaço. Porém destaco em especial os seguintes blogs:
27 janeiro, 2008
I can change the World with my own two hands?
A Cimeira da Terra - Rio de Janeiro 1992
- a explosão demográfica (a população cresce, actualmente, o equivalente à população da China, todos os dez anos)
- a revolução científica e tecnológica (aumento da capacidade do homem em manipular a natureza, provocando impactos incalculáveis)
- alteração da relação do homem com o ambiente (assunção de hábitos da vida moderna, sem questionar as suas correspondentes consequências futuras.
A Cimeira ao mesmo tempo que expõe os pontos nevrálgicos da crise ambiental, lança as bases para a alteração das políticas em todo o Mundo, com intuito de travar a destruição do ecossistema do planeta. Deste modo, é elaborado e aprovado um programa global, denominado Agenda 21, que intenta regulamentar o processo de desenvolvimento com base nos princípios da sustentabilidade.
Destaca - o progresso económico futuro depende da implementação de políticas que fomentam a protecção do ambiente e a defesa dos recursos naturais
Para incrementar a reflexão pergunto:
É possível dissolver a relação paradoxal entre desenvolvimento económico e sustentabilidade ecológica?
A UNIMEIO (Universidade Livre do Meio Ambiente, Rio Grande do Sul, Brasil) responde:
Proposição da UNIMEIO (Brasil)
Tudo será possível desde que nos fixemos a dois importantes princípios:
- primeiro: mudança radical de pensamentos e condutas por parte daqueles que utilizam-se dos recursos naturais sem se preocuparem com a renovação destes;
- segundo: que comecem efetivamente a acontecer tragédias ambientais com saldo moral gravíssimo para os envolvidos.
No primeiro caso, julgamos que o momento é este – é hoje – pois já estamos próximos do ponto de não retorno. Se houver este despertar que almejamos (e espera o Planeta) cujos resultados sejam ações concretas, eficazes e éticas. Em acontecendo esta reciclagem de idéias e condutas, então será possível revertermos o quadro crítico em que se encontra a vida na Terra.
No segundo caso – mediante um alto custo moral – pode acontecer que os governos decidem assumir de vez a responsabilidade em tomar atitudes rígidas contra os “devastadores ambientais” e puni-los exemplarmente. Hoje, infelizmente, a corrupção nos governos em todo o mundo, as vantagens advindas destas atitudes antiéticas e a defesa dos interesses dos grupos financeiros, não permite que se faça cumprir as poucas leis existentes.
Mesmo assim – que as tragédias movam os governantes – temo que então seja tarde para este despertar. Todos sabem que após chegarmos ao ponto do não retorno, nada mais poderá ser feito (ou pelo menos, não adiantará mais fazer qualquer ação).
Assim ao apresentar nossa proposição, sugiro aos governantes que tomem uma atitude de coragem e grandeza humana, punindo exemplarmente os crimes ambientais.
- Que os governantes deixem de fazer de conta que estão interessados em resolver o problema, quando se sabe que só lhes interessa é o desenvolvimento a qualquer preço, e assumam uma postura ética e de elevada conduta moral;
- Que seja eficaz e ética a fiscalização no cumprimento das leis e que novas determinações sejam tomadas em defesa das condições de vida;
- Que a ONU crie um Tribunal Internacional para julgar e punir com rigor os crimes ambientais, obviamente sem distinção;
- Que os interesses pessoais ou de grupos, deixem de ser prioritários e que passe a vigorar os interesses da maioria e do próprio Planeta;
- Que passe a ser mais concreta a governança ambiental em todo o Planeta, com a participação de cientistas e ambientalistas, nas tomadas de decisão dos governos;
- Que a imprensa deixe de ver apenas as possibilidades comerciais de patrocínios (para seus veículos) e passe a ver a necessidade de juntar-se integralmente nesta luta que é de todos.
Para iniciar o debate, deixamos essas reflexões e colocamo-nos ao dispor para seguir o debate.
Saudações Ambientais
Prof. Antonio Paulo Estrázulas
UNIMEIO (Brasil)
Imagem extraída de: http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente/capa.jpg
19 janeiro, 2008
With My Own Two Hands
http://www.lastfm.com.br/music/Ben+Harper/+videos/+1-c9WB3KTX0rQ
02 janeiro, 2008
A Revolução dos RRR
Não temos, em escala, a cultura dos RRR - Racionalizar, Reduzir, Reciclar e os catadores dos lixões são termómetro dessa cultura do desperdício. Os catadores, verdadeiros agentes ambientais, não têm apoio ou espaço no mercado para fazer da actividade uma forma de garantia de vida, inclusão cidadã e agregação de valor em saneamento. E cada um de nós é peça chave nessa engrenagem suja da cultura dos lixões.
O Instituto Akatu lançou um desafio sobre a necessidade urgente de redução de lixo, ao perguntar: “Quanto tempo seria preciso para encher de lixo 16.400 caminhões enfileirados de São Paulo ao Rio de Janeiro? Um ano? Um mês? Muito menos.
Grande parte do material que jogamos nos lixões das cidades são papéis, plásticos, vidros e metais que podem ser reutilizados. Além de colaborar com a limpeza do meio-ambiente a cultura dos RRR economiza recursos naturais e energia. Ouvimos muita gente justificar que não faz a colecta selectiva de resíduos, em casa, porque não adianta nada fazer isso se na porta do prédio o lixo vai-se espalhar com o vento e acção dos cães e outros bichos. Esse tipo de pensamento se expande em diversos ambientes. E, nessa prática, o lixo continua sendo um grave problema de saúde pública e de degradação dos nossos ambientes de convivência, ao invés de ser solução criativa, produtiva, inclusiva.
O Movimento Voluntário AMA – Amigos do Meio Ambiente, está promovendo palestras em condomínios, escolas e instituições para levar informações que possam mobilizar consumidores de resíduos sobre a acção simples e revolucionária da cultura dos Rs, onde reduzir, é racional; reutilizar é revolucionário e reciclar é reinventar. A redução de resíduos começa antes de fazer as compras, observando detalhes do valor ambiental agregado a cada produto.
A reciclagem diferente do que é propagado, é a última fase desse processo. Antes disso, se separamos os resíduos por tipo de material de que ele é composto estaremos abrindo oportunidades económicas infinitas. Chegará o dia que estaremos separando vidro verde, vidro preto, vidro azul, sapatos, roupas, cada um em seu colector específico, fechado, com endereço de destinação certo, não para um lixão ou aterro, mas para o incremento de projetos sociais que valorizam a cultura dos RRR, para racionalizar, reutilizar, reduzir, reequilibrar, revigorar, reinventar, reciclar e reviver na Mãe Terra.
- Liliana Peixinho - Jornalista, activista ambiental, Coordenadora do Movimento Voluntário AMA- Amigos do Meio Ambiente. Moderadora da REBIA-Nordeste e colaboradora da UNIMEIO
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A UNIMEIO – Universidade Livre do Meio Ambiente, desde Brasil, deseja a todos os visitantes de nosso Blog, um FELIZ 2008, repleto de saúde, paz, harmonia e muita prosperidade a cada um e para toda a comunidade planetária da Terra.
Imagem extraída de: http://tierra.rediris.es/hidrored/sensibilizacion/datos/img/reciclar.jpg
22 novembro, 2007
Desde que foram estabelecidas as primeiras negociações do Tratado de Kioto (1994), pela diminuição das emissões de carbono, tudo o que se fez, não passou de retórica em todo o Mundo. Lamentavelmente, os governantes, atendendo aos interesses dos grupos económicos em seus respectivos países, nada fizeram de concreto. Foram anos e anos de reuniões, conversações e tentativas de convencê-los a efectivarem medidas sérias e eficazes.
Isto fez com que até o momento, nenhum resultado fosse obtido. Pelo contrário, as emissões aumentaram em 25% , neste período. Cada qual tem suas justificativas e desculpas, que nem cabe comentá-las de tão absurdas que são. O certo é que apenas alguns pequenos países estão tentando dar sua contribuição, quando na verdade, deveriam ser os últimos a entrar no sistema Kioto. Portanto, o Kioto já não serve mais.
O Brasil, por exemplo, ao mesmo tempo em que faz um belo discurso ambiental em defesa da biodiversidade, toma medidas absurdas e descabidas. Desrespeita a lei, causando ainda mais destruição e desequilíbrio climático. Não existe fiscalização e controle sobre os desmatamentos das florestas. Eventualmente, fazem de conta... prendem e multam algum madeireiro - que logo depois é solto - num jogo de faz de conta - e volta a fazer o mesmo: desmata, queima e destrói.
Na verdade, não se pode esperar que algo de bom aconteça neste país. Com tanta hipocrisia, descanso e maus exemplos por parte dos próprios governantes; como almejar que a sociedade faça a sua parte e espere que o “milagre verde” venha a ocorrer? Como tentar convencer as pessoas a participarem neste esforço de salvar o Planeta, se quem tem o dever de tomar iniciativas, está agindo exactamente ao contrário.
Para justificar tudo isso, diria apenas que os maiores equívocos dos governos (neste país) e não são por acidente e sim por decisões contrárias à opinião de cientistas, ambientalistas e técnicos em natureza; ou seja algo que foi discutido e alertado. Esses “equívocos ambientais”, são intervenções que jamais poderão ser compensados. Os grandes desastres ambientais que deles decorrerem, serão sem precedentes ou como diz o Nobel da Paz – Al Gore – “o imperativo moral de fazer grandes mudanças é incontornável.”
Para nós, os ambientalistas, o que alguns chamam de “equívoco”, são na verdade erros intencionais, atendendo aos interesses dos grandes grupos, que só pensam em lucrar fácil, sem se preocupar com a biodiversidade envolvida e o próprio homem. Jamais se poderá tratar qualquer questão ambiental, se não for contemplado o aspecto sócio-ambiental. E sem esta visão holística, se comete heresias e hipocrisias de todas as maneiras, que é difícil de acreditar que existam pessoas sérias dirigindo este país.
Então, colocamos como de gravíssima monta, as represas que serão construídas no rio Madeira, com sérios comprometimentos a toda a região, mesmo contrariando os laudos de impacto ambiental feitos por quem de direito, o IBAMA. Essa história nem precisa ser recontada, foi amplamente noticiada e discutida em todo o país. A outra aberração, chama-se transposição do rio São Francisco. Para atender aos interesses de grandes proprietários de terras do oeste baiano, o governo inventou a “transposição do velho Chico” e que já sabemos, resultará em um mega desastre ambiental em toda a região. Milhões de pessoas serão prejudicadas, agora e no futuro, para beneficiar uns poucos. Se alguém tem dúvidas quanto a isto, por favor, procure saber o que houve com o Mar de Aral, na extinta União Soviética – uma transposição para aumentar a produção do algodão – que resultou na morte do quarto maior lago do mundo, miséria e doença para mais de 60 milhões de seres humanos.
E para completar o raciocínio e não transparecer acusação barata e descabida, apresentamos o terceiro absurdo neste país (também em defesa dos interesses de grupos) em detrimento do verdadeiro interesse da sociedade - os chamados “desertos verdes” que se estão instalando no sul do Brasil (e em outras áreas, além de Argentina e Uruguai), a pretexto do desenvolvimento. Esses tapetes de flora exótica, causarão um terrível desastre ambiental em poucos anos sem nenhuma possibilidade de compensação ética. E os governos (federal e estaduais) são coniventes com esses absurdos e inclusive autorizam a transgressão legal, em favor dos investidores.
Esse facto em si, já seria reprovável no mais amplo sentido, se não houvesse ainda outras conotações imorais por trás disto. E para melhor expor tudo isto, voltaremos ao assunto em nosso próximo artigo. Aguarde.
Para encerrar, diríamos que o protocolo de Kioto não resultou em absolutamente nada de positivo, senão para reuniões incansáveis, despesas de viagens, hospedagens e outras necessárias aos deslocamentos de equipes e cientistas (e políticos do mundo inteiro). Hoje sabe-se que muitos cientistas estão de acordo em afirmar: lamentavelmente estamos caminhando para o pior da história humana. A destruição das condições de vida na Terra.
Já se sabe, que as estratégias que estavam sendo previstas para depois de 2.040, deverão ser adoptadas urgentemente, sob pena de não sobrar nada e nem ninguém, para apontar os erros de quem tem a obrigação de acertar e corrigir as distorções. Mas como tudo é feito em nome e pelo dinheiro, pouco se pode fazer a não ser informar a opinião pública de todo o Planeta.
As catástrofes anunciadas pelos cientistas do IPCC estão-se aproximando passo a passo. Destruição por temporais, passaram a ser constantes onde jamais aconteceram e outras calamidades mais, estão um pouco além do horizonte, esperando o momento de se abaterem sobre regiões inteiras. Não existe previsão de local e nem hora para acontecer. Apenas a certeza de que acontecerão. Ninguém está imune.
Então, sugerimos que sejam tomadas medidas urgentes, no sentido de preparar a população para a melhor forma de sobreviver e de reorganizar-se, após esses desastres. Pouco se tem para fazer, em termos do que se pensava - de conscientizar a sociedade. Temos que agir com urgência sob as estratégias que seriam para 2.040, isto se quisermos ver esse ano chegar para nós.
Com essas informações, já sabemos que aumentou em muito a responsabilidade de cada um e principalmente dos governantes e lideranças políticas, pois parece que já não se poderá mais “tapar o sol com a peneira” e nem bancar o avestruz.
Saudações ambientais
Prof. Antonio Paulo Estrázulas
DRT/ 1.031 – Jornalista
Diretor Presidente da UNIMEIO
unimeio@gmail.com
06 novembro, 2007
UNIMEIO:
Viver num ambiente ecologicamente equilibrado é um direito inalienável e uma necessidade imperiosa de todos.
Vivemos um momento crítico para a Terra, na qual a preocupação com o ambiente natural e com o próprio homem tomou proporções mundiais. Por isso, proteger o patrimônio ambiental é dever de toda a sociedade planetária.
Prof. Jornalista Antonio Paulo Estrázulas
Diretor Presidente da UNIMEIO – Brasil
O alerta inicial sobre a necessidade de um desenvolvimento sustentável teve seu início oficial com a Conferência de Estocolmo sobre o Meio Ambiente Humano de 1972. Decorridos 20 anos, aconteceu a Conferência do Rio de Janeiro, ambas patrocinadas pela ONU. Os dois eventos, definiram – para a esfera planetária - o princípio fundamental da solidariedade entre as nações, povos e grupos humanos da mesma geração, bem como solidariedade entre a geração actual e as futuras.
Por essa razão, a geração do presente tem o dever fundamental de garantir às futuras gerações uma qualidade integral de vida pelo menos igual à que ela desfruta hoje. Mas o chamado “dever” de preservar para as gerações vindouras, obviamente passa por uma reestruturação completa do Planeta, em termos de ambiente natural. Passa também, e, principalmente, por reciclar idéias e atitudes da sociedade. Por isto há necessidade imperiosa de se pôr em prática uma eficaz política de desenvolvimento sustentável. E essa globalização no sentido mais amplo é que nos chama para um grande desafio:
proteger a biodiversidade, recuperar os ecossistemas degradados e principalmente, direcionar acções éticas em favor da humanidade excluída, vítima da voraz desigualdade social.
A degradação ambiental está cada vez mais acentuada e isso nos levará a grandes catástrofes em todo o Planeta. Será a qualquer momento e em qualquer lugar. Sem aviso prévio. Ninguém está imune. Precisamos agir com urgência em defesa das condições de vida na Terra e da dignidade humana de existir. O que fizermos a partir de agora e pelos próximos 20 anos é que nos dirá se lograremos ou não salvar a Terra e redimir a humanidade excluída. Por isso, as acções necessárias a protecção da biodiversidade e ao resgate da cidadania plena a todos os homens, precisam ser fundamentadas na premissa de Preservação da Integridade Ambiental Colectiva.
Postulamos que tanto a academia e a escola, quanto o poder público, os sectores produtivos e a sociedade, precisam revisar seus conceitos reguladores e incluírem em suas orientações, saberes e acções, os preceitos éticos de uma nova cidadania integralmente responsável.
Para criar projectos, programas e acções éticas em favor da continuidade da vida sobre a Terra e valorizar o homem como um ser social, um grupo de cientistas, professores, profissionais e estudantes, criou a UNIMEIO – Universidade Livre do Meio Ambiente, em Santa Maria, RS, Brasil.
A nossa proposta visa envolver todos os segmentos da sociedade nas discussões sobre as questões ambientais e problemas sócio-ambientais, na busca incessante de sanar suas deficiências. E isto será feito através de execução do Projeto “O GRANDE RESGATE”, com o qual definimos objectivos, acções e propostas de preservação da biodiversidade e valorização dos grupos humanos.
O nosso projecto de gestão ambiental integral, contempla os múltiplos aspectos do que se pode denominar: as expectativas, parâmetros e necessidades da futura sociedade verde. Base a isto, estamos movimentando uma equipe qualificada de cientistas, professores e colaboradores, que assumiram a responsabilidade em levar avante a nossa proposta.
Saudações Ambientais
Prof. Antonio Paulo Estrázulas
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A partir de hoje, e, semanalmente estaremos neste espaço, em parceria com a autora deste blog, professora Fátima Lina Pamplona Silva, para apresentarmos nossas considerações e argumentações científicas visando despertar ainda outras consciências para a necessidade que temos de lutar pela vida na Terra.
Para qualquer questionamento, por gentileza contacte connosco.
O Brasil não está distante e nós estamos exactamente a um clic do seu PC.
Nos próximos dias, nossa página estará na Internet – acesse: www.unimeio.org
Nosso e-mail: unimeo@gmail.com - tels. 55-3304-1252 ou 3304-1253
05 novembro, 2007
Regresso em parceria com UNIMEIO
O meu regresso prende-se com um desafio que me foi lançado pela UNIMEIO (Universidade Livre do Meio Ambiente), sita em Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil, mais especificamente por intermédio do Prof. Jornalista Antonio Paulo Estrázulas - Director Presidente dessa instituição, para activar este espaço há muito "adormecido". Pela riqueza subjacente ao acto da partilha de conhecimentos e de ideias entre dois mundos distantes e, sobretudo, pelas potencialidades de promoção da consciência ambiental implícitas nesse desafio, decidi aceitar tão preciosa parceria. Vejo nela uma forma de unir esforços por uma causa global, pela qual vale a pena lutar, pois é nossa responsabilidade enquanto seres conscientes, assumir a nossa cidadania ambiental.
Deste modo, a universidade compromete-se a revitalizar o blog com artigos da sua autoria, dando a conhecer o trabalho que desenvolve em prol do ambiente e outros contributos relacionados com a temática ambiental que têm como finalidade substanciar e enriquecer este espaço, que foi criado para promover a reflexão e a discussão em torno do ambiente.
Fica pois firmado o compromisso neste cantinho pelo qual possuo especial carinho, que não inibe nem oculta a minha presença, com posts da minha autoria, sempre que possível. Além do mais estarei em sintonia com cada artigo aqui publicado e estou certa que serei acolhida por vós com a amizade de costume.
foto retirada de:
25 janeiro, 2007
PARAGEM!
A paragem é imperiosa! Agradeço o afecto de todos quantos têm passado por aqui. Amigos que guardo como relíquias. Quero que fique claro que esta não é uma partida, mas uma pausa necessária.
Um abraço a todos e até já!
18 dezembro, 2006
NATAL
13 dezembro, 2006
Ano Polar Internacional
Ao ler o post do Desambientado "Ando Polar" inteirei-me de que 2007 era o Ano Internacional Polar (AIP). Aliás, o período exacto das comemorações vai desde 1 de Março de 2007 a 1 de Março de 2009. Este prazo mais alargado irá permitir que os cientistas trabalhem em ambas as regiões polares, no Verão e no Inverno.
Este evento de extrema importância para a humanidade foi decretado, no dia 19 de Junho de 2006, pelo Conselho Internacional para a Ciência(ICSU), num encontro realizado em Edimburgo, na Escócia.
Hoje sabe-se que as regiões polares possuem grande influência na manutenção do equilíbrio climático a nível de todo o planeta. Com o objectivo de aumentar o conhecimento sobre os pólos, sua influência no sistema global terrestre e as perspectivas para o futuro, a comunidade científica de cerca de 60 países vai proceder a estudos para observar e compreender melhor as regiões polares da Terra.
As regiões polares são muito sensíveis às mudanças climáticas e isso gera uma grande preocupação para o futuro dos ecossistemas polares. Para além disso, as modificações que nelas se opera têm consequências em todos nós, como é o caso da subida do nível do mar (situação dramática para as povoações das zonas costeiras), perda de biodiversidade, alterações climáticas com consequências imprevisíveis...
O Ano Polar Internacional de 2007/2008 também oferece uma oportunidade de sensibilizar toda a humanidade para a importância das regiões polares e como elas influenciam sua vida. Para garantir que haja um acompanhamento das iniciativas, acontecimentos, projectos, etc. deste evento, foi criado um site oficial.
A nível nacional, o Comité Português para o Ano Polar Internacional apresenta o Programa LATITUDE60! Educação para o Planeta no Ano Polar Internacional. Este programa visa mobilizar as escolas, professores e alunos de todo o país para várias iniciativas de educação e divulgação científica enquadradas no Ano Polar Internacional.
Alerta proferido por cientistas europeus, reunidos na cidade alemã de Bremen:
"O gelo do Árctico poderá derreter totalmente até 2080, devido ao aquecimento climático."
02 dezembro, 2006
Associações Ambientais dos Açores
Uma das paisagens naturais da Terceira (cavidade vulcânica do Algar do Carvão)
Actualmente, esta associação possui duas delegações 1 na ilha do Pico e outra na ilha de São Jorge que se dedicam à empolgante aventura de caracterizar e registar espólios espeleológicos de incalculável valor patrimonial natural.
Já na década de 80, em 1984 é fundada a Associação Ecológica Amigos dos Açores, tendo iniciado à sua actividade na ilha Terceira e, posteriormente sedeada em São Miguel. Possui grupos de trabalho organizados em educação ambiental, espeleologia e actividades ao ar livre.
Em 1985, a nível nacional, forma-se uma das mais emblemáticas associações ambientais a QUERCUS (Associação Nacional de Conservação da Natureza) que funda posteriormente dois núcleos regionais nos Açores, em São Miguel e Terceira, possuindo áreas de intervenção muito diversificadas, desenvolvendo acções assertivas na defesa do ambiente.
Na década de 90 surgem duas novas associações ambientais nos Açores: em 1991 a Azórica na ilha do Faial e em 1994 a Gê-Questa na ilha Terceira.
Para além destas existem outras associações, que embora mais pequenas têm dado um bom contributo na área do ambiente aos Açores, quer com investigações quer com acções de intervenção ambiental
23 outubro, 2006
FAZ HOJE UM ANO...
que iniciei a grande aventura de vaguear pelas nove ilhas dos Açores, destacando as suas fantásticas paisagens e as suas áreas protegidas. Foi uma viagem cheia de emoção e fantasia. Cada lugar, cada ilha encontrava-se envolta em magia. E sonhei...
em Santa Maria, na lindíssima baía da Maia... e na imponente montanha do Pico
na fantástica lagoa das Furnas, em São Miguel e na magnífica Ponta das Contendas, na Terceira
sonhei nas fajãs de S.Jorge, na bela costa do Faial e na caldeira da Graciosa...
20 outubro, 2006
Os Cagarros
O cagarro é uma ave marinha que vem a terra, de Março a Outubro, para se reproduzir e nidificar.
Depois... no fim de Outubro, os juvenis são abandonados, nos ninhos, pelos progenitores.
É aí que começa a intensa luta pela sobrevivência! Movidos pela fome, atrevem-se ao primeiro voo. Como se orientam pelas estrelas e possuem uma visão difusa, são enganados e encandeados pelas luzes das povoações e dos automóveis. Desse modo, muitos cagarros morrem por colisão ou atropelamento.
Este é um juvenil bastante sortudo. Foi salvo pelos alunos da Escola Básica Integrada dos Biscoitos, na tarde de ontem. Após algumas peripécias e muito empenho lá ficou o cagarro no caixote a aguardar o seu destino.
Foi com certeza um bom destino! Dois vigilantes da natureza recolheram-no, com todo o cuidado, para o libertarem depois junto ao mar.
18 agosto, 2006
As Ilhas Desertas
É uma Reserva Natural desde 1995, através do Decreto Legislativo Regional n.º 9/95/M. Inicialmente, a protecção destas ilhas esteve relacionada pela urgência de tomada de medidas para a conservação do Lobo Marinho. Actualmente o seu objectivo prende-se com a protecção e preservação de todo um conjunto de fauna e flora únicos e que englobam várias espécies raras e endémicas.
As Ilhas Desertas são de origem vulcânica, com cinzas de cor avermelhada e amarelada, que em geral formam camadas mais ou menos definidas e são, por vezes, atravessadas, no sentido vertical, por filões de basaltos, tendo uma extensa faixa litoral (cerca de 37700m) formada por escarpas muito inclinadas e quase a pique, de difícil acesso. As Ilhas Desertas constituem um reduto, por excelência, do Lobo-marinho, espécie emblemática da Reserva, que se encontra em recuperação populacional. Também é um local importante de nidificação de aves marinhas.
a rara Freira do Bugio, Peterodroma feae,com uma distribuição mundial que se restringe à Ilha do Bugio e Cabo Verde
A abordagem das ilhas desertas foi sugerida por Soslayo do blog In Mente, ao qual agradeço, pelo conhecimento que me proporcionou na realização deste post.




































